Escola Livre

Nos últimos anos é perceptível o agravamento da crise da educação tradicional. Problemas como evasão escolar, baixo rendimento e violência estão intimamente ligados a um sistema educacional que não tem acompanhado processos evolutivos que envolvem de maneira ampla a sociedade em que vivemos. Quando tocamos na questão dos avanços tecnológicos a situação se torna ainda mais problemática.

Nesta perspectiva a Escola Livre é uma metodologia desenvolvida a partir dos preceitos de Educação Integral propostos por Helena Antipoff, atualizados pelos objetivos do milênio para a educação de acordo com o relatório da Unesco e implementados dentro do que há de mais atual na educação. A Escola Livre é utilizada no dia-a-dia da Nova Atmosphera, para crianças e jovens e pode ser implementada em qualquer espaço de educação, sendo assim, também uma das fontes de receita da instituição.

Leve a Escola Livre para sua escola!

Conheça as áreas de conhecimento

Formação Maker

Fazer e Querer.

O aprender fazendo, possibilita aos estudantes aprenderem de maneira pessoal. Uma criança que brinca e aprende ao mesmo tempo se comporta como um autêntico explorador, pois aproveita o inesperado, usa experiências pessoais e usa materiais familiares de formas não familiares.

Esse tipo de exploração livre é uma estratégia usada há muito tempo pelos mais antigos inventores e exploradores. Como estamos em uma época em que as coisas mudam muito rápido, essa tem sido uma valiosa estratégia por permitir improvisar, adaptar e tentar novamente.

São projetos que tem várias formas de solução e provém solo fértil para a expressão das inteligências múltiplas, teoria abordada por GARDNER (1994).

Cidadania e Linguagens

Conhecer e pensar.

Empatia, cooperação, compartilhamento, solidariedade, bem comum são conceitos e práticas que perpassam todas as áreas e ações. Mas será no espaço de Cidadania e Linguagens que essas habilidades serão nomeadas, isto é, trabalhadas ativa e abertamente. 

Para que os sujeitos construam um projeto que seja importante socialmente, eles devem saber fazer uma análise crítica do ambiente onde estão. O que meu bairro precisa? Ou minha casa, minha escola, etc?

Deve haver um exercício de expansão do olhar, de forma que os participantes consigam enxergar para além de si mesmos e compreendam o todo.

A realidade política, social, econômica, compreender as relações de poder, o respeito à diversidade, a intolerância, o funcionamento do espaço público atual etc., são assuntos que serão tratados nessa área de conhecimento, não com a transmissão de verdades e dogmas do (a) educador (a), mas como constante exercício de reflexão, questionamento de fatos cotidianos.

Corpo e Mente

Conviver e sentir.

A área de Corpo e Mente visa trabalhar a unificação do corpo e da mente. O desafio é, através dessa harmonização, atingir a consciência corporal e emocional de forma que os sujeitos passem a se conhecer, conhecendo seus medos, limites, potencialidade etc.

Associado ao conhecimento de si, trabalha-se também a consciência do outro e da relação entre todos e o entorno, considerando que a qualidade dessa relação – entre as pessoas e com a Terra – é fundamental para a evolução da humanidade. 

Mudar o mundo começa por mudar a si mesmo. Como disse Gandhi, seja a mudança que você deseja ver no mundo. Acalmar a mente e se conhecer, exercício que de tão simples torna-se complexo, traz comprovadamente benefícios físicos, mentais e é a chave para o desenvolvimento da empatia: habilidade essencial para empreendedores e cidadãos, construindo uma sociedade responsável em que cada parte é consciente de seu papel perante o todo.

Empreendedorismo

Ser e pensar, sentir e querer.

As diferenças entre o ensino convencional e a educação empreendedora são imensas. Em uma aula de física, por exemplo, a ciência é a protagonista, existe além e apesar dos estudantes. A física é a mesma em Ponte Nova ou Moscou. 

Pois bem, a tarefa do empreendedor é criar o futuro, sobre o qual não há ciência. Assim, na educação empreendedora como não há um conhecimento consolidado a ser transferido, cada aluno é o protagonista e tem a responsabilidade de gerar o próprio saber empreendedor, de caráter personalíssimo. Para isso ele responde a duas perguntas:

A primeira é “Qual é o meu sonho, que futuro desejo para mim e para a minha comunidade?”

A segunda e última é “o que farei para transformar esse sonho em realidade?”.

O professor não interfere na construção dessas respostas, porque nada sabe sobre o futuro, cuja criação é tarefa do aluno-empreendedor.

Empreendedores ultra experientes são bem-vindos à sala de aula, mas não podem apresentar soluções além daquelas que encontrou para o seu próprio negócio. 

Seja um voluntário

O respeito a diversidade está em nossa missão. Isso porque acreditamos que é na diferença que se cresce, um complementando o outro.

Desenvolvemos um programa de voluntariado que pode ser diferente para cada pessoa, de acordo com suas habilidades e desejos.

Envolva-se

Doe e potencialize nosso ecossistema, são diversos projetos, escolha como colaborar e acompanhe o impacto que seu recurso pode fazer na vida de outras pessoas.